Uma plataforma central, madura e escalável, que a UMP adota para reunir informação institucional, produzir indicadores comparáveis, sistematizar boas práticas e sustentar decisão, representação e financiamento em toda a rede.
Não acrescenta trabalho às Misericórdias: organiza e valoriza o que a rede já produz.

As Misericórdias desenvolvem diariamente respostas sociais, projetos, atividades, serviços e boas práticas. Essa informação está espalhada por relatórios, planos anuais, notícias, documentos internos, candidaturas e publicações institucionais. O resultado é que muito conhecimento útil se perde, fica invisível ou é difícil de reutilizar por outras instituições.
Planos, relatórios, notícias e projetos existem, mas não estão organizados numa base comum da rede.
Muitas SCM resolvem problemas semelhantes sem conhecer soluções já implementadas noutras instituições.
A UMP e as estruturas regionais não dispõem de indicadores rápidos sobre serviços, colaboradores, respostas sociais e necessidades.
Projetos com valor local não são transformados em modelos adaptáveis por outras Misericórdias.
Planos e relatórios de atividades contêm informação valiosa que permanece como documento estático.
A UMP passa a dispor de uma plataforma central em modelo SaaS, alojada de forma segura e acedida por perfis e permissões distintos. É configurável por temas, regiões, respostas sociais e regras institucionais próprias, acompanhando a estrutura real da rede.
Uma solução em operação contínua, com suporte, segurança e evolução funcional permanentes.
Um único ambiente institucional, alojado de forma segura, onde a rede reúne conhecimento, documentos e indicadores.
Perfis distintos para UMP, Secretariados Regionais e Misericórdias, com permissões de leitura, edição e publicação.
Áreas temáticas, respostas sociais, regiões e critérios de agregação definidos conforme as prioridades da rede.
Fluxos de aprovação, níveis de visibilidade e nomenclatura alinhados com o modelo de governação da UMP.
Novas funcionalidades, melhorias e atualizações disponibilizadas de forma contínua, sem instalações locais.
Alojamento, manutenção, segurança, monitorização e suporte incluídos no serviço.
A plataforma recebe documentos, notícias, necessidades e boas práticas, estrutura essa informação e devolve-a à rede como dados comparáveis, fichas úteis e indicadores agregados.
Planos de atividades, relatórios, notícias, documentos e projetos.
A plataforma transforma informação em fichas, indicadores e campos organizados.
A SCM confirma, corrige ou aprova a informação da sua instituição.
Outras SCM pesquisam soluções e replicam boas práticas da rede.
O Observatório gera dashboards, estudos e relatórios agregados.
Funcionalidade que organiza projetos e iniciativas em fichas de boas práticas pesquisáveis e replicáveis.
Recolha estruturada e agregada das dificuldades e prioridades das Misericórdias.
Carregamento de planos e relatórios de atividades e outros documentos institucionais, com extração automática de dados.
Visão 360º de cada SCM, com dados agregados e confirmados pela própria instituição.
Agregação de dados por área, região, resposta social e período, com dashboards permanentes.
Geração de relatórios executivos, estudos temáticos e documentos de apoio à decisão.
Os planos e relatórios contêm informação riquíssima sobre serviços, equipas, utentes, projetos, atividades, necessidades e resultados. Habitualmente, essa informação fica presa em PDF difíceis de comparar. A plataforma extrai dados estruturados, sempre com confirmação humana antes de alimentar o Observatório.
A plataforma extrai. A instituição confirma. Só depois os dados entram no Observatório.
A plataforma reforça a capacidade de representação, coordenação e financiamento da UMP, com informação nacional organizada e permanentemente disponível.
Uma leitura permanente da rede: que respostas existem, onde estão e como evoluem ao longo do tempo.
Dados estruturados com a mesma nomenclatura, comparáveis entre instituições, regiões e períodos.
Identificação clara de lacunas, pressões e desigualdades entre territórios e respostas sociais.
Sistematização e disseminação interna de soluções que funcionam, prontas a ser adaptadas por outras SCM.
Produção mais rápida de relatórios, estudos e evidência agregada para candidaturas e negociação institucional.
Apoio à articulação entre UMP, Secretariados Regionais e Misericórdias, com informação partilhada.
Conhecimento institucional que permanece na rede e evolui, independentemente de ciclos e equipas.
Encontrar modelos, exemplos, fichas e soluções já implementadas por outras instituições.
Transformar projetos locais em boas práticas reconhecidas dentro da rede.
Reutilizar indicadores, resumos e fichas estruturadas para candidaturas e relatórios.
Transformar relatórios, planos e atividades em dados estruturados e fáceis de consultar.
Acompanhar, ano a ano, serviços, projetos, necessidades e indicadores institucionais.
Clicar em “Quero replicar” e contactar instituições que já implementaram soluções semelhantes.
O Observatório Social não recolhe dados pessoais de utentes. A plataforma trabalha com informação institucional e agregada, com confirmação humana e níveis de visibilidade definidos pela UMP.
A informação da rede é tratada como ativo estratégico: organizada, protegida e reutilizável.
Boas práticas autorizadas, dados agregados e relatórios públicos.
Informação institucional partilhada apenas com utilizadores autorizados.
Dados sensíveis visíveis apenas pela própria SCM e perfis autorizados.
Regras de acesso, utilização e visibilidade da informação são definidas pela UMP enquanto entidade titular da plataforma.
Cada Misericórdia mantém o controlo sobre a informação da sua instituição e sobre o que autoriza publicar.
Dados institucionais tratados por perfil, com agregação para leitura nacional e regional.
Informação institucional e agregada, com confirmação humana antes de alimentar o Observatório.
O conhecimento da rede fica organizado como ativo estratégico, reutilizável e auditável.
Uma SCM carrega o relatório anual. A plataforma identifica um projeto de apoio a cuidadores, extrai dados principais, cria uma ficha de boa prática e sugere a sua publicação no Banco de Soluções.
Várias SCM reportam dificuldade em recrutar auxiliares e técnicos. O Observatório deteta a tendência e gera um relatório para apoiar formação, negociação e candidaturas.
Relatórios e necessidades indicam aumento de casos relacionados com demência. A UMP mapeia respostas existentes, identifica lacunas e prepara formação específica.
Uma SCM pequena encontra uma boa prática de envelhecimento ativo criada por outra instituição e pede apoio para adaptar o modelo ao seu concelho.
A UMP gera um relatório agregado com dados sobre necessidades, projetos e indicadores, útil para candidaturas e negociação institucional.
A plataforma é adotada como serviço em modelo SaaS, alojado de forma segura, com governação de acessos, suporte e evolução contínua. A implementação organiza-se em três fases, ajustadas ao ritmo da rede.
Uma solução em produção, escalável a toda a rede, sem instalações locais nem gestão técnica do lado da UMP.
Parametrização do modelo de dados, perfis, permissões, identidade institucional e estruturação da base inicial.
Acesso em modelo SaaS, com alojamento seguro, manutenção, segurança, suporte e atualizações contínuas.
Escalões definidos conforme a dimensão da rede envolvida, número de utilizadores e módulos ativos.
Curadoria editorial, formação, integração de dados e produção de estudos temáticos, contratados à medida.
O modelo acompanha a dimensão da rede envolvida e os módulos ativos, permitindo um alargamento progressivo a todas as Misericórdias e estruturas regionais.