Documento institucional em preparação

Proposta SaaS para a União das Misericórdias Portuguesas

O Observatório Social das Misericórdias é uma plataforma SaaS institucional que reúne, estrutura, valida e disponibiliza o conhecimento da rede. Este documento apresenta o âmbito da solução, o modelo de subscrição, a implementação, as responsabilidades partilhadas e as decisões necessárias para avançar para uma proposta formal.

Documento de leitura executiva, sem valores, prazos contratuais ou compromissos de serviço. Os elementos comerciais são fixados apenas em proposta formal.

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O que a UMP adquire

Uma infraestrutura digital de conhecimento pronta a operar, com duas perspetivas de utilização, seis módulos funcionais e um modelo de governação da informação definido pela União.

Plataforma SaaS Observatório Social

Ambiente central da rede, alojado e mantido pelo Observatório Social, disponível para a UMP, Secretariados Regionais e Misericórdias.

  • Acesso à plataforma através de navegador, sem instalação local
  • Atualizações e melhorias funcionais incluídas na licença
  • Estrutura de dados institucional comum a toda a rede

Visão UMP e perspetiva das Misericórdias

Duas perspetivas complementares sobre a mesma informação: leitura nacional para a União e leitura institucional para cada SCM.

  • Visão UMP: leitura agregada nacional, regional e temática
  • Visão da Misericórdia: informação própria, validação e retorno direto
  • Coerência entre as duas perspetivas, sem duplicação de registos

Módulos funcionais

Os módulos que compõem o ciclo de conhecimento da rede, do documento de origem ao relatório final.

  • Banco de Soluções — boas práticas documentadas e replicáveis
  • Radar de Necessidades — prioridades agregadas por tema e território
  • Análise Documental — extração estruturada de informação de documentos
  • Fontes UMP — valorização das publicações institucionais da União
  • Revisão e Validação — curadoria da UMP e confirmação pelas SCM
  • Estudos e Relatórios — produção temática sobre informação validada

Perfis, permissões e governação da informação

Modelo de acesso definido pela UMP, com controlo institucional de cada Misericórdia sobre a sua informação.

  • Perfis distintos para UMP, Secretariados Regionais, Equipa de Revisão e SCM
  • Níveis de visibilidade: público, interno da rede e restrito
  • Registo de quem consulta, edita, revê e valida cada conteúdo

Dashboards e indicadores agregados

Leitura executiva contínua da rede, pronta a usar em decisão, representação institucional e candidaturas.

  • Indicadores comparáveis por região, resposta social e tema
  • Séries temporais e leitura de assimetrias territoriais
  • Exportação de leituras agregadas para relatórios e pareceres

A demonstração navegável da plataforma está disponível em ambiente de demonstração, com dados fictícios, para leitura conjunta com este documento.

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Modelo de subscrição institucional

Um modelo simples: uma componente inicial de configuração e implementação, uma licença anual da plataforma e suporte com evolução contínua. Módulos e serviços adicionais são configuráveis conforme as prioridades da União.

Componente inicial

Configuração e implementação inicial

Desenho institucional dos indicadores, perfis e regras de visibilidade, configuração do ambiente e preparação da entrada da rede.

A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.

Componente recorrente

Licença anual da plataforma

Utilização da plataforma por toda a rede, alojamento, manutenção, atualizações funcionais e níveis de utilização acordados.

A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.

Componente recorrente

Suporte e evolução contínua

Apoio às equipas da UMP e das Misericórdias, acompanhamento da utilização e desenvolvimento continuado da plataforma.

A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.

Serviços configuráveis

Serviços configuráveis e respetivo âmbito, sem indicação de valores
ServiçoÂmbitoInvestimento
Módulos adicionaisAtivação de módulos temáticos ou funcionalidades específicas conforme prioridades.A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.
IntegraçõesLigação a sistemas ou fontes de informação já utilizados pela União ou pela rede.A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.
FormaçãoSessões para equipas da UMP, Secretariados Regionais e Misericórdias.A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.
Migração de dadosImportação e estruturação de informação institucional já existente.A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.
Revisão editorialApoio à curadoria de conteúdos extraídos de documentos e publicações.A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.
Estudos especializadosProdução de estudos temáticos ou territoriais sobre informação validada.A definir de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.

Não são apresentados valores neste documento. O investimento em cada componente é definido de acordo com âmbito, módulos e dimensão da rede.

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Implementação

A entrada em operação organiza-se em quatro etapas, do desenho institucional à operação contínua, sempre conduzidas com a UMP.

  1. Etapa 01

    Desenho institucional

    Definir, com a UMP, o que a rede quer medir, comparar e proteger.

    • Seleção dos indicadores institucionais relevantes para a rede
    • Definição de perfis de utilização e respetivas permissões
    • Regras de visibilidade da informação e prioridades temáticas
  2. Etapa 02

    Configuração técnica

    Preparar o ambiente da UMP de acordo com o desenho aprovado.

    • Identidade institucional e estrutura de navegação
    • Criação de acessos e atribuição de perfis
    • Ativação de módulos e ligação às fontes de informação previstas
  3. Etapa 03

    Ativação da rede

    Levar as Misericórdias a utilizar a plataforma com retorno imediato.

    • Formação das equipas da UMP, Secretariados Regionais e SCM
    • Onboarding progressivo das instituições
    • Importação e estruturação da informação já existente
  4. Etapa 04

    Operação contínua

    Manter a plataforma útil, fiável e alinhada com a estratégia da União.

    • Suporte às equipas e acompanhamento da adoção
    • Revisão e validação continuada da informação
    • Evolução funcional e produção de relatórios temáticos

A sequência das etapas é indicativa. Calendário, esforço e faseamento são definidos em conjunto com a UMP na proposta formal.

04

Responsabilidades partilhadas

O modelo funciona porque cada parte tem um papel claro: a UMP governa, cada Misericórdia mantém a sua informação e o Observatório Social assegura tecnologia e apoio.

Responsabilidades da UMP, das Misericórdias e do Observatório Social
ParteÂmbitoResponsabilidades
UMPGovernação e coordenação
  • Governação da plataforma e do modelo de informação
  • Definição de prioridades temáticas e indicadores da rede
  • Regras de acesso, utilização e visibilidade
  • Coordenação da rede e mobilização das Misericórdias
MisericórdiasInformação institucional própria
  • Atualização da informação da própria instituição
  • Validação do que é extraído de documentos e publicações
  • Decisão sobre o nível de visibilidade de cada conteúdo
  • Registo de boas práticas e necessidades
Observatório SocialTecnologia e apoio
  • Desenvolvimento, alojamento e manutenção da plataforma
  • Suporte às equipas e evolução funcional continuada
  • Segurança operacional do ambiente
  • Apoio à estruturação e curadoria da informação
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Segurança e controlo

A confiança da rede depende de acessos claros, separação de níveis de informação e rastreabilidade de todas as decisões sobre os dados.

Alojamento seguro

A plataforma é alojada num ambiente gerido, com cópias de segurança e monitorização da operação.

Acessos por perfil

Cada utilizador acede apenas ao que o seu perfil permite, segundo as regras definidas pela UMP.

Separação de níveis de informação

Informação pública, interna da rede e restrita é tratada de forma distinta e explícita em cada conteúdo.

Rastreabilidade

Cada revisão, correção e validação fica registada, permitindo saber a origem e o percurso de cada dado.

Tratamento de dados institucionais

Os dados tratados são institucionais e agregados, segundo as regras definidas pela UMP e os requisitos aplicáveis de proteção de dados.

Este documento não afirma certificações específicas nem compromissos de disponibilidade. Requisitos formais de segurança e de serviço são acordados na proposta contratual.

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Resumo para decisão

Síntese para apreciação em sede de decisão institucional.

Desafio institucional

O conhecimento da rede das Misericórdias existe, mas está disperso por documentos, instituições e ciclos anuais, o que limita a comparação, a representação e o acesso a financiamento.

Solução SaaS

Uma plataforma SaaS institucional que reúne, estrutura, valida e disponibiliza a informação da rede, combinando extração assistida, revisão da UMP e validação de cada Misericórdia.

Valor para a UMP

Capacidade estratégica de leitura e representação da rede.

  • Visão nacional contínua da rede e das suas assimetrias
  • Indicadores agregados prontos para decisão e representação
  • Produção mais rápida de estudos, pareceres e relatórios
  • Património de conhecimento acumulado e reutilizável

Valor para cada Misericórdia

Retorno direto e controlo institucional sobre a própria informação.

  • Informação institucional organizada num único lugar
  • Visibilidade do trabalho realizado dentro e fora da rede
  • Acesso a boas práticas já testadas por outras Misericórdias
  • Controlo total sobre o que partilha e o que mantém restrito

Âmbito contratável

Componentes que integram a subscrição institucional.

  • Plataforma SaaS com visão UMP e perspetiva das Misericórdias
  • Módulos funcionais ativados conforme prioridades da União
  • Configuração inicial, licença anual, suporte e evolução contínua
  • Serviços configuráveis: integrações, formação, migração, revisão editorial e estudos

Decisões necessárias para avançar

Elementos a confirmar pela União para a preparação de proposta formal.

  • Confirmar o âmbito funcional inicial e os módulos a ativar
  • Definir os indicadores institucionais prioritários da rede
  • Aprovar o modelo de perfis, permissões e níveis de visibilidade
  • Designar a equipa da UMP responsável pela governação e pela revisão
  • Definir a estratégia de entrada das Misericórdias na plataforma

Com estas decisões tomadas, o Observatório Social prepara a proposta formal com âmbito, condições e faseamento acordados com a União.